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Casos de Estudo

A Importância da Certificação para a Imagem da Empresa

Certificada muito recentemente (no início de Agosto) pela Norma NP EN ISO 9002, a Tanqueluz é uma Empresa orgulhosa da sua situação actual.

Faz parte de um grupo de 6 empresas, todas do mesmo ramo de actividade: Comércio de Materiais Eléctricos.

Com crescente notoriedade, sustentada pelo volume de negócios, a Tanqueluz iniciou a sua actividade em Dezembro de 1993, com apenas 3 funcionários, hoje passados cerca de 8 anos, são 30.

Lino Carapeta, sócio-gerente da Empresa, não esconde o orgulho sentido pelo objectivo atingido e pela dedicação demonstrada por parte dos seus colaboradores durante o processo de implementação do Sistema de Gestão da Qualidade.


Como surge a Tanqueluz e o seu envolvimento com a Empresa?

Eu era um colaborador da ARMASUL, LDA., uma empresa do mesmo ramo de actividade, dirigida de forma superior pelo Sr. Humberto Costa.

Por altura de 1993, o Sr. Humberto Costa, dirigiu-me um convite para a criação de uma sociedade, iniciando-se a actividade desta nova Empresa, a TANQUELUZ - IMP.EXP. E COMÉRCIO DE MATERIAIS ELÉCTRICOS, LDA, no Montijo. Isto foi á cerca de 8 anos.

As coisas foram evoluindo sustentadamente, nós fomos sendo conhecidos no mercado e hoje a Tanqueluz é uma das empresas líderes de mercado.

O resultado deste espirito ambicioso é que neste espaço de 8 anos foram criadas e desnvolvidas outras empresas que servem principalmente para alargar a nossa área de acção, como é, por exemplo, a TRIFORTE, LDA., no Forte da Casa (V. Franca Xira), a FUTURLUZ, LDA. no Cacém, a BOXELDOIS, LDA. em Albufeira no Algarve e muito recentemente a VEDREL, LDA. em Torres Vedras.

Temo-nos expandido pelo mercado, abrangendo a zona Centro (Ribatejo), zona Sul do País (Alentejo e Algarve), e sobretudo, a zona de Lisboa. Tudo isto tem acontecido, e é de sublinhar, com capitais próprios, sem a intervenção ou a colaboração de apoios estatais ou comunitários. É algo de que me orgulho.


De todas as Empresas do Grupo, a única que está certificada é a Tanqueluz?

Sim. A Tanqueluz iniciou este processo de certificação como uma experiência piloto, digamos. Obviamente, que se se provar benéfico para a Tanqueluz, as restantes empresas seguirão, decerto, o mesmo caminho.


Como surgiu a necessidade de certificar a Empresa?

Obter a certificação da Empresa é o resultado da nossa ambição, ou seja, o desejo de alcançarmos sempre mais e melhor.

Para lhe ser sincero, não estava á espera de vender mais, apenas por a Empresa estar certificada, mas achei que seria importante, mais que não fosse no sentido de melhorar o funcionamento e dar uma maior e melhor imagem da Empresa.


Quais foram as alterações que sentiu após a certificação, se é que as sentiu... A nível interno ou externo, na relação com clientes e fornecedores?

A nível interno, não sentimos muitas alterações, até porque a Empresa sendo recente, estava bem organizada. Os próprios consultores da Gestão Total, nas suas análises, viram que não havia muita coisa a modificar. Obviamente que tiveram de ser feitos ajustes pela Norma, mas não colidiram em nada com a estrutura montada na Empresa.

Por este motivo, também, decidi avançar com a certificação da Empresa, porque senti que não se iriam registar profundas alterações a nível estrutural, o que seria complicado. A nível externo, por parte dos fornecedores, acho que melhoramos a imagem que detínhamos.


Mas, alterou em alguma coisa a relação com os fornecedores?

A alteração que se verificou é que a certificação obriga-os a ter ainda mais respeito por nós. Estando a trabalhar para uma Empresa Certificada (e alguns deles também o são) não podem ter atitudes que tinham até então.


Quer dizer que a Tanqueluz também se tornou mais exigente em relação aos fornecedores?

Sim, sim. Aliás, só exigindo aos nossos fornecedores podemos estar em posição de prestar um bom serviço aos nossos clientes, e este era e continuará a ser o nosso grande objectivo.


Feedback em relação aos clientes, sentiu?

Ainda não, (a auditoria de concessão foi no inicio do mês de Julho) mas é minha convicção que sim.

Acho que foi muito bom para nós a certificação... é importante a imagem que isto espelha na rua..., acima de tudo, um prestigio.


Já me disse que o processo de implementação do Sistema de Gestão da Qualidade não foi complicado para a Tanqueluz, mas encontrou algumas dificuldades, ou não?

Não, porque houve um esforço e empenhamento generalizado. Foi algo espectacular, pois todos os colaboradores se envolveram a fundo neste processo.

Aliás, só assim seria possível desenvolver o projecto num tempo considerado recorde.

35 dias, se não estou em erro...?

Exactamente.

Foi um tempo recorde para fazer isto. Estavam inicialmente previstos cinquenta e tal dias (quase o dobro) mas com o empenho de todos, correu tudo pelo melhor.


Um dos maiores entraves sentidos pelos nossos clientes é ao nível dos recursos humanos... mudar as mentalidades de pessoas que fazem as coisas há vários anos da mesma forma é complicado, mas não se passou com a Tanqueluz?

A Tanqueluz foi criada á 8 anos, tendo logo aí começando a desenvolver um quadro de pessoal que, acima de tudo, estivesse disposto a colaborar com a Empresa, e este espirito, quase familiar, foi conseguido e têm-se mantido, até ao momento. Quando ficou decidido avançar para este projecto (Outº/2000) todos ficaram a saber que era necessária a sua colaboração e envolvimento, de forma a que a Empresa não fosse prejudicada pela menor colaboração ou empenho de algum individualmente. Nesta perspectiva, todos os colaboradores, de uma forma geral, aderiram com facilidade.


Os recursos humanos receberam formação?

Sim. Foram realizadas acções de formação nas áreas de higiene e segurança no trabalho e na sensibilização á Qualidade. Foram acções de formação excelentemente administradas pela Gestão Total com óptimos resultados.


Qual foi o impacte no trabalho do dia-a-dia?

Notei mais empenhamento da parte deles, mais dedicação. Notava que eles, com toda esta situação, andavam motivados e a querer interiorizar as ideias transmitidas, a debater assuntos entre eles, etc.

Há uma coisa que quero sublinhar e que é importante, a opinião e as sugestões dos colaboradores desta Empresa são sempre escutadas e consideradas.


Pretende fazer a transição para a norma 9001:2000, daqui a 2 anos?

Sim, vamos realizar a transição. Envolvemo-nos com o projecto e agora não o podemos deixar, queremos acompanhá-lo.

Aliás, logo que possível (não sei ainda quando), as outras Empresas do grupo, avançarão também para a Certificação.


Sente necessidade de recorrer aos serviços da Gestão Total em mais alguma área que não a Qualidade?

De momento, não existem perspectivas. Agora, a nível de Sistema da Qualidade, sim, queremos manter a Gestão Total como nossa parceira, quer a nível de implementação do Sistema da Qualidade nas outras empresas do grupo quer a nível de cursos de formação, estando já perspectivada a participação do Sr. Alcino Pinto no curso de Auditorias da Qualidade.


O que conduziu à escolha da Gestão Total?

Fomos contactados pela Gestão Total na hora certa e, como notei que havia muita vontade de ambas as partes, a decisão foi rápida. Fiquei contente com a apresentação e com o trabalho da Gestão Total. São pessoas extraordinárias que sabem o que querem.


Falhas a apontar ao trabalho...?

A quem desenvolve um trabalho desta dimensão, num espaço tão reduzido de tempo (35 dias), não podem ser apontados defeitos, antes, evidencia muita qualidade!


Qual o ponto mais positivo a apontar ao trabalho dos consultores?

Todos! A dedicação ao projecto. O espirito empreendedor demonstrado e incutido.

Numa palavra: EXEMPLAR!


A Gestão Total tenta sempre criar fortes relações de parceria com os seus clientes. Enquanto os nossos consultores trabalham na Empresa fazem parte dessa Empresa. Sentiu isso?

Evidentemente que sim.

Os 3 consultores que ajudaram no desenvolvimento deste projecto (Engºs. Vitor Vieira, Manuel Capote e António Roque), envolveram-se totalmente com a Empresa, demonstrando um á-vontade espectacular.

 
 

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Samora Correia  -  Açores  -  Porto  -  Lisboa

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