Ciências da Vida Os progressos científicos e tecnológicos realizados no domínio das ciências da vida e da biotecnologia prosseguem a um ritmo desenfreado. Em "Ciências da vida e biotecnologia - Uma estratégia para a Europa" - COM(2002) 27 final - Jornal Oficial C 55 de 02.03.2002], tenta-se dar resposta às seguintes questões:
As ciências da vida e a biotecnologia são geralmente consideradas tecnologias de ponta das mais promissoras para as próximas décadas. No sector da saúde, a biotecnologia permite já a produção mais segura e ética de um número crescente de medicamentos e de serviços médicos. No sector agroalimentar, a biotecnologia permite melhorar a qualidade dos alimentos para o homem e para os animais, a fim de contribuir para a prevenção de doenças e para a redução dos riscos para a saúde. No sector não alimentar, a biotecnologia contribui para uma melhor utilização das matérias-primas industriais na indústria farmacêutica e de produção de energia. De um ponto de vista ambiental, a biotecnologia oferece novos meios para protecção e melhoria do ambiente, nomeadamente do ar, solo, água e resíduos. No contexto da Estratégia de Lisboa revista, o sector das ciências da vida e da biotecnologia parece ter um papel a desempenhar. Esta estratégia, relativamente às ciências da vida e à biotecnologia, identifica várias prioridades estratégicas:
A Gestão Total possui competências distintivas no que diz respeito à gestão de projectos de investigação e de inovação, baseando-se em métodos e técnicas de gestão avançadas, com suporte em ferramentas específicas, facilitando, assim, a vida dos investigadores e orientando o seu esforço de forma concentrada para o que é mais importante para eles: as novas descobertas técnico-científicas que poderão revolucionar o mundo. Algumas metodologias e ferramentas que disponibilizamos integram-se em vários conceitos como entre outros:
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