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GT Promove - Formação de jovens futebolistas
Partilhando o espírito de que
a formação é a aposta mais adequada para um futuro de sucesso, a Gestão
Total apoia o Grupo Desportivo de Samora Correia num dos escalões de
formação.
Os responsáveis pela Gestão Total acreditam que a formação é a pedra
basilar para um desenvolvimento sustentado como forma de garantir um
futuro com mais sucesso. Neste contexto, dar condições de desenvolvimento
aos jovens futebolistas é essencial para que possam, no futuro, aparecer
mais "Figos" e "Cristianos Ronaldos", quer no futebol, quer na vida
empresarial, quer em qualquer outra vertente da dimensão humana.
O Grupo Desportivo de Samora Correia integra nos vários escalões de
formação de futebol cerca de 200 atletas, distribuídos entre Escolhinhas e
Juniores.
Ciclo de Seminários - Seminários promovem conhecimentos
As várias empresas que compõem o Grupo GT encontram-se
a realizar um ciclo de cinco seminários dedicado ao tema "Balanced
Scorecard Integrado" - uma das ferramentas de gestão mais em destaque
actualmente (ver pág. 6), que trás às empresas a sistematização do
processo de avaliação da performance organizacional, de forma dinâmica e
transversal a toda a organização.
Os temas abordados incidem sobre:
Os seminários tiveram lugar durante os dias 29 de Março em Leiria, 12 de
Abril no Porto e 19 de Abril em Ponta Delgada. Nos dias 8 e 10 de Maio os
seminários terão lugar nas instalações da AEP em Leça da Palmeira e no
Sana Metropolitan Hotel em Lisboa, respectivamente.
Muito participado por Gestores de Topo, Directores e Quadros Técnicos de
vários departamentos, o Ciclo de Seminários assinala, mais uma vez, a
distribuição nacional da nossa rede de competências (logo uma maior
proximidade com os clientes) e a partilha de conhecimentos e experiências
sobre as ferramentas de gestão mais actuais e inovadoras.
MTF Publica
Livro – Conheça um modelo totalmente inovador de diagnóstico e formulação
estratégica, de aplicabilidade pragmática a inúmeros sectores.
Aplicado em diversas organizações nacionais e internacionais com resultados surpreendentes, o Modelo MAP é, sem sombra de dúvida, um modelo totalmente inovador de diagnóstico e formulação estratégica, de aplicabilidade pragmática a inúmeros sectores industriais. O livro agora publicado é o resultado de anos de investigação na área da Gestão Empresarial e visa proporcionar aos gestores uma ferramenta que os possa ajudar a entender algumas das muitas variáveis que podem contribuir para o sucesso das empresas, nomeadamente para a obtenção do lucro. Ao longo do seu percurso profissional, MTF tem ainda publicado um extenso número de artigos em Análise do Valor e Gestão pelo Valor, Gestão Empresarial e Estratégia, Gestão de Recursos Humanos entre outros, relacionados com a sua área.
Ver descrição do Modelo em detalhe - ()
GTIE Cria Braço Transnational
A GTIE criou este ano o seu
braço organizacional para os negócios internacionais, de resto dentro de
uma perspectiva já anunciada de criar uma rede de franchising na Europa
para um dos seus serviços de maior crescimento, o Quick Strategic Plan.
A GT-Transnational, nome adoptado para o efeito, irá desenvolver várias
actividades a nível internacional, desde a criação de um network de
consultoria estratégica inserido num sistema de franchising, até ao
desenvolvimento de parcerias com empresas portuguesas para desenvolvimento
de projectos transnacionais relacionados com a importação e exportação de
bens e a deslocação permanente ou temporária de capacidade produtiva em
várias áreas. ![]()
Neste âmbito, a GT-Transnational organizou uma "missão empresarial" à
Índia, mais especificamente a Calcutá, onde se desenrolou um conjunto de
reuniões com três ministros do governo estadual de West Bengal, uma
organização governamental de apoio ao investimento estrangeiro, um banco e
oito empresas de vários sectores, bem como três especialistas em áreas
específicas.
A missão foi constituída por cinco empresários e um elemento da
GT-Transnational que também representou interesses de várias empresas.
Das
reuniões realizadas, algumas em paralelo, de forma a acomodar os interesse
dos diferentes participantes, saiu um conjunto de potenciais
oportunidades, entre as quais merecerá a pena enumerar as seguintes:
Outras oportunidades de menor
dimensão, mas de igual importância para o desenvolvimento de negócios
sustentáveis, foram facilmente identificados pelos participantes na
missão.
A GT-Transnational tenciona encontrar os parceiros certos para cada uma
destas oportunidades e de outras que possam surgir, e apresentar projectos
concretos ao governo estadual de West Bengal. Assim, a abertura de um
escritório próprio em Calcutá faz parte dos planos a curto prazo da
empresa, a partir do qual poderá dar suporte a todos os seus parceiros e
respectivos projectos.
A próxima missão empresarial a Calcutá, a capital de estado na Índia
actualmente com maior crescimento, deverá acontecer em Fevereiro ou Março
do próximo ano, pelo que aqui fica feito o convite a todos os empresários
para participarem na mesma. Certificação de Serviço - Reboque e Desempanagem de Veículos Ligeiros
O aumento do número de
incidentes diários, resultante do crescimento do parque automóvel ligeiro,
exige, na maioria dos casos, a intervenção dos serviços de apoio com o
correspondente reboque dos veículos imobilizados para um local de recolha
ou de reparação, por um lado, e desempanagem no local, por outro. Como
tal, as entidades prestadoras dos serviços de reboque e desempanagem têm
sido confrontadas com uma maior exigência por parte dos clientes ao nível
da rapidez, eficiência e qualidade dos serviços prestados.
Atento a esta realidade, o IPQ - Instituto Português para a Qualidade
publicou, em Junho de 2006, as Normas NP 4444:2006 (Reboque de veículos
ligeiros) e NP 4445-1:2006 (Desempanagem de veículos ligeiros - Parte 1:
Desempanagem Nível 1 Básico) e NP 4445-2:2006 (Desempanagem de veículos
ligeiros - Parte 2: Desempanagem Nível 2 Superior), que visam distinguir a
Qualidade dos Serviços junto dos clientes.
A Certificação de Serviços é composta por três etapas fundamentais:
Preparação, em que a empresa verifica internamente o cumprimento dos
requisitos normativos;
Atribuição do Certificado, em que o Organismo de Certificação emite o
Certificado de Conformidade após a avaliação da qualidade do serviço de
duas formas: em Auditoria (serviço implementado) e em Visitas / Clientes
Mistério (verificação das características do serviço, em contexto real);
Acompanhamento da Certificação, em que são efectuadas Auditorias de
Acompanhamento anuais e Visitas / Clientes Mistério (desde que se mantenha
a Certificação).
A Certificação dos Serviços de Reboque e Desempanagem, decorrente da
avaliação da conformidade dos requisitos referenciados nas Normas e da
verificação por um Organismo de Certificação vem, assim, permitir às
empresas prestadoras daqueles serviços melhorar a imagem percebida pelo
consumidor e público em geral.
Norma NP 4444:2006 - Reboque de veículos ligeiros
A Norma NP 4444:2006 - Reboque de veículos ligeiros "descreve um conjunto
de requisitos essenciais que permitem ao prestador do serviço de reboque
executar o trabalho que lhe foi solicitado com rapidez, eficiência e
qualidade, de modo a satisfazer as necessidades do utente. O serviço de
reboque destina-se a deslocar o veículo imobilizado para um local de
recolha ou de reparação."
Constituem especificações do serviço de Reboque de veículos ligeiros as
seguintes:
Normas NP 4445-1:2006 e NP
4445-2:2006 - Desempanagem de veículos ligeiros
As Normas NP 4445-1:2006 e NP 4445-2:2006 descrevem "um conjunto de
requisitos essenciais que permitem ao prestador do serviço de desempanagem
executar o trabalho que lhe foi solicitado com rapidez, eficiência e
qualidade, de modo a satisfazer as necessidades do utente. O serviço de
desempanagem destina-se a repor em marcha o veículo imobilizado, em
condições de segurança."
Constituem especificações do serviço de Desempanagem de veículos ligeiros
- Desempanagem Nível 1 Básico e Desempanagem Nível 2 Superior, as
seguintes:
Contacte-nos para mais informações através do telefone nº 263 650 864. Formação Profissional é Obrigatória - Legislação obriga empregadores a promover a qualificação dos seus RH
Vista como um dos factores
estratégicos para a promoção da modernização empresarial, a par da
inovação e da internacionalização, a qualificação dos recursos humanos
assume um papel fundamental na competitividade do tecido empresarial
português. As obrigações previstas no Código do Trabalho e sua
Regulamentação são disso exemplo. Vejamos um pouco das alterações
introduzidas.
A partir de 1 de Janeiro de 2006, compete ao empregador garantir um número
mínimo de trinta e cinco horas anuais de formação certificada a cada
trabalhador efectivo e um número de horas de formação correspondentes ao
trabalho efectuado no caso do trabalhador contratado a termo, sempre que a
duração total (inicial ou com renovações) exceda os seis meses. O dever do
empregador de dar formação só é exigível para contratos cuja duração total
(inicial ou com renovações) exceda os seis meses.
No caso de cessar o contrato de trabalho, quer tratando-se de
trabalhadores efectivos ou contratados a termo e independente da forma da
sua cessação, gera-se um crédito de horas correspondente, para além dos
demais créditos a título de férias, subsídios e outras compensações. No
caso de não prestação efectiva de formação no ano, o trabalhador fica com
crédito de horas num máximo de 3 anos.
A área em que é ministrada a formação profissional, quer para efectivos
quer para contratados a termo, pode ser fixada por acordo, sendo que na
falta deste, é determinada pelo empregador desde que a mesma coincida ou
seja afim com a actividade desenvolvida pelo trabalhador nos termos do
contrato. O empregador encontra-se sempre obrigado a afectar tempo de
formação (não legalmente determinado) na área da segurança, higiene e
saúde no trabalho.
Se a formação profissional for realizada com apoios de fundos públicos,
comunitários ou nacionais, a entidade que a presta tem de estar acreditada
junto do IQF. Toda a restante formação, quer seja interna ou externa ao
empregador, não está dependente de que a entidade que a preste esteja
acreditada.
Por forma a que possa entrar no cômputo do número de horas de formação
legalmente estabelecida, a mesma terá de ser comprovada por documento que
especifique o seu conteúdo e respectiva carga horária. Assim, poderá cada
empresa prestar formação interna aos seus trabalhadores (quer recorrendo a
trabalhadores da própria empresa quer por via do recurso a entidades ou
formadores externos), desde que a formalize e emita um documento que
certifique a formação ministrada. Não existe obrigatoriedade de os
formadores envolvidos na acção terem frequentado ou concluído curso de
aptidão profissional para ministrar formação. Esta situação apenas é
necessária para formação financiada ou para curso devidamente homologados.
O empregador deve elaborar Planos de Formação, anuais ou plurianuais, com
base no diagnóstico das necessidades de qualificação dos trabalhadores.
Deste diagnóstico de necessidades e do projecto do plano de formação, deve
o empregador dar conhecimento aos trabalhadores, na parte a que cada um
respeita.
Esta obrigatoriedade de elaboração de Planos de Formação só se aplica para
os trabalhadores efectivos, estando pois excluídos de inserirem este
Plano, os trabalhadores contratados a termo. Estão igualmente excluídas
desta obrigatoriedade de elaboração do Plano de Formação, as
micro-empresas, isto é, aquelas que empreguem até 10 trabalhadores.
Não existe obrigação de ser seguido um modelo próprio de Plano de
Formação. Deverão no entanto ser especificados os objectivos, o número de
acções com emissão de certificados de formação profissional, as entidades
formadoras, o local e o horário de realização das acções - não aplicável a
micro-empresas.
O empregador, independentemente da sua dimensão, está obrigado,
anualmente, a preencher e entregar um relatório da formação contínua à
Inspecção Geral do Trabalho. Este relatório está sujeito a modelo próprio
a ser publicado através de Portaria, o que até ao momento ainda não
aconteceu.
A formação pode ser realizada dentro ou fora do período normal de
trabalho, sendo que, preferencialmente, deve ser afectada ao tempo de
trabalho. GT Adere a Código de Ética - Confederação do comércio e serviços de Portugal
A GT aderiu ao Código de Ética
para o Sector do Comércio e Serviços promovido pela CCP - Confederação do
Comércio e Serviços de Portugal, documento que assenta na promoção da
ética do tecido empresarial português e na defesa dos direitos dos
clientes.
A agora CCP surgiu da necessidade de repensar a organização associativa do
sector terciário, devido à aproximação entre o comércio e os serviços que
se registou nas últimas décadas, estabelecendo a alteração estatutária das
várias associações sectoriais de outrora e fortalecendo ligações
fundamentais à economia nacional. As boas
práticas comerciais relativas a concorrentes e fornecedores, o
desenvolvimento pessoal dos colaboradores, a salvaguarda do meio ambiente,
a solidariedade com as comunidades nas quais as empresas se inserem e a
relação com o Estado são algumas das vertentes contempladas no Código de
Ética.
Tendo por fim a prevenção, mediação e outros meios de resolução de
conflitos e diferendos decorrentes do precário cumprimento do Código de
Ética para o Sector do Comércio e Serviços por parte das empresas
aderentes, a CCP estabeleceu um Protocolo com a Mediarcom - Associação
Europeia de Mediação, no sentido de criar uma estrutura de serviços de
apoio a nível nacional. Como
empresa de serviços que visa contribuir para o crescimento,
desenvolvimento e aumento de competitividade das empresas clientes,
através de serviços de consultoria, formação e gestão de elevado valor, a
GT não podia permanecer alheia a esta iniciativa nacional. Esta
congregação de esforços visa defender a transparência e a leal
concorrência nos mercados de forma a obter uma maior eficiência das
transacções e a satisfação dos clientes.A nível interno, a GT compromete-se a manter uma postura de desenvolvimento de competências, melhoria das condições de trabalho oferecidas e dignificação dos seus colaboradores. O desenvolvimento e a constante melhoria do seu sistema de gestão de recursos humanos é garante do compromisso da empresa para com as suas pessoas.
A nível externo, a GT assume uma atitude de responsabilidade social para
com a comunidade no âmbito das suas capacidades e competências, oferecendo
regularmente, a entidades públicas, escolas e outras instituições de
solidariedade, material informático renovado como computadores e
monitores.
Face à política de gestão desenvolvida na GT, iniciativas como a da CCP só
vêm reforçar o tecido empresarial nacional e demonstrar que estamos no bom
caminho rumo ao desenvolvimento da nossa economia. GT Dinamiza Consultoria - Apoio directo ao mercado e aumento de dimensão e serviços
A GT está a dar um dos seus
maiores saltos de mercado, tanto a nível qualitativo como quantitativo,
com um plano de desenvolvimento de novos serviços, inéditos no mercado, e
um plano de expansão que passa pela transnacionalidade.
A empresa tem, nos últimos anos, investido um enorme esforço na concepção
e desenvolvimento de um modelo de gestão estratégica (MAP - Modelo dos
Alinhamentos e Paradoxos) e de um processo de apoio às empresas (Quick
Strategic Plan) que seja objectivo e pragmático, de custo adequado às
capacidades destas, garantindo uma excelente qualidade de serviço e
resultados finais para os clientes.
A GT tem vindo a alargar a sua rede de competências e experiência para
melhor penetrar no mercado e melhor corresponder à satisfação dos
clientes, à diversidade dos negócios e aos respectivos sectores
industriais. Assim, para além dos dois actuais escritórios em Samora
Correia e Leça do Balio, a GT abriu dois novos escritórios no território
nacional, um em Ponta Delgada (Açores) e outro no centro de Lisboa.
O grupo de empresas GESTÃO TOTAL está preparado para ultrapassar estes
desafios desenvolvendo uma estratégia de apoio directo ao mercado, aumento
de dimensão e não dependência dos fundos comunitários. O nosso objectivo é
seguir uma estratégia assente na garantia da satisfação das necessidades
críticas das empresas portuguesas. INOVADORES - Formação e Estágios para Jovens
Foi adjudicado à Gestão Total,
por concurso público promovido pela APAV, um dos três grupos de 15
estagiários que integram o projecto Inovadores, financiado pelo Inov-Jovem.
O projecto é composto por duas fases distintas. A primeira, de dois meses,
é composta por um programa de formação no âmbito da Gestão pelo Valor e
das suas ferramentas, com o objectivo de dotar os estagiários com uma
visão e conhecimentos abrangentes de gestão, mas principalmente da gestão
da inovação de produtos, de processos e das mudanças organizacionais, e
uma segunda fase, de dez meses, de estágio em empresas com tutoria no
local de trabalho e à distância, com recurso a plataforma de e-learning. A formação foi iniciada no
princípio de Março com uma acção de dois dias de "outdoors". A acção
decorreu nos arredores de Lamego, tendo servido para fazer com que todo o
grupo de estagiários tivesse o primeiro contacto entre si e se conhecesse
de uma forma mais profunda, criando as bases para a criação de um melhor
ambiente na formação, para os dois meses seguintes. No final do primeiro
dia, depois de muitas subidas e descidas íngremes por vales e montes,
travessia de cursos de água e passagem por ambientes agrestes e
pedregosos, o cansaço era geral, mas, apesar de extenuados notou-se um
contentamento geral.
No segundo dia, já em ambiente urbano, o jogo estratégico que opôs as duas
equipas criadas a partir do grupo, fez com que todos utilizassem muita
arte e engenho aliados a grande rapidez e ligeireza física para
ultrapassar o desafio proposto.
O ambiente foi excepcional, tendo todo o grupo demonstrado um enorme
espírito de camaradagem e de entreajuda mas também um forte sentido de
competição de forma a atingir os objectivos relacionados com os desafios
que lhes foram colocados pela equipa de tutores e formadores.
É com métodos pedagógico/formativos inovadores e criativos que formamos os
futuros quadros deste país.
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As boas
práticas comerciais relativas a concorrentes e fornecedores, o
desenvolvimento pessoal dos colaboradores, a salvaguarda do meio ambiente,
a solidariedade com as comunidades nas quais as empresas se inserem e a
relação com o Estado são algumas das vertentes contempladas no Código de
Ética.
Como
empresa de serviços que visa contribuir para o crescimento,
desenvolvimento e aumento de competitividade das empresas clientes,
através de serviços de consultoria, formação e gestão de elevado valor, a
GT não podia permanecer alheia a esta iniciativa nacional. Esta
congregação de esforços visa defender a transparência e a leal
concorrência nos mercados de forma a obter uma maior eficiência das
transacções e a satisfação dos clientes.
A formação foi iniciada no
princípio de Março com uma acção de dois dias de "outdoors". A acção
decorreu nos arredores de Lamego, tendo servido para fazer com que todo o
grupo de estagiários tivesse o primeiro contacto entre si e se conhecesse
de uma forma mais profunda, criando as bases para a criação de um melhor
ambiente na formação, para os dois meses seguintes. No final do primeiro
dia, depois de muitas subidas e descidas íngremes por vales e montes,
travessia de cursos de água e passagem por ambientes agrestes e
pedregosos, o cansaço era geral, mas, apesar de extenuados notou-se um
contentamento geral.