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<channel><title><![CDATA[Gest&atilde;o Total - Blog]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog]]></link><description><![CDATA[Blog]]></description><pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:51:28 +0000</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[IDI em Portugal]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/idi-em-portugal]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/idi-em-portugal#comments]]></comments><pubDate>Thu, 02 Jul 2015 15:21:23 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/idi-em-portugal</guid><description><![CDATA[Clique aqui para editar [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;">Clique aqui para editar</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Norma de Gestão de Recursos Humanos NP4427]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/norma-de-gesto-de-recursos-humanos-np4427]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/norma-de-gesto-de-recursos-humanos-np4427#comments]]></comments><pubDate>Mon, 02 Jul 2012 11:39:03 GMT</pubDate><category><![CDATA[rso]]></category><category><![CDATA[valor]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/norma-de-gesto-de-recursos-humanos-np4427</guid><description><![CDATA[Numa altura em que o optimismo nacional est&aacute; muito por baixo, os profetas da desgra&ccedil;a continuam a bombardear-nos com vis&otilde;es apocal&iacute;pticas, e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o apenas nos d&atilde;o as m&aacute;s not&iacute;cias, porque as boas n&atilde;o conquistam audi&ecirc;ncia.  Precisamos, individualmente e em grupo, de assumir uma atitude de desafio e de combate contra o cr&oacute;nico fatalismo nacional. Temos de lutar muitas vezes contra inimigos poderosos, [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:left;'><span style="font-family: Garamond; font-size: 16px; line-height: 24px; ">Numa altura em que o optimismo nacional est&aacute; muito por baixo, os profetas da desgra&ccedil;a continuam a bombardear-nos com vis&otilde;es apocal&iacute;pticas, e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o apenas nos d&atilde;o as m&aacute;s not&iacute;cias, porque as boas n&atilde;o conquistam audi&ecirc;ncia.</span><!--[if gte mso 9]>     Normal.dotm   0   0   1   543   3098   GTIE   25   6   3804   12.0          <![endif]--><!--[if gte mso 9]>     0   false         18 pt   18 pt   0   0      false   false   false                         <![endif]--><!--[if gte mso 9]>     <![endif]--><!--[if gte mso 10]>   /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Table Normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;}  <![endif]-->  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Precisamos, individualmente e em grupo, de assumir uma atitude de desafio e de combate contra o cr&oacute;nico fatalismo nacional. Temos de lutar muitas vezes contra inimigos poderosos, for&ccedil;as ocultas, poderes impl&iacute;citos e outros elementos que, por mais variados, se posicionam como for&ccedil;as de combate indestrut&iacute;veis. Temos de assumir posi&ccedil;&otilde;es de &ldquo;gauleses irredut&iacute;veis&rdquo;, cientes das nossas for&ccedil;as. Temos de levantar a cabe&ccedil;a e ir em frente.</span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Parece-me que o tecido empresarial portugu&ecirc;s, de alguma forma, aprendeu que este &eacute; o nosso caminho. Por vezes, temos de ignorar ou apenas prestar a aten&ccedil;&atilde;o devida a todas essas for&ccedil;as contr&aacute;rias e tra&ccedil;armos o nosso pr&oacute;prio caminho direito ao futuro. Os nossos neg&oacute;cios n&atilde;o dependem dos outros, mas de n&oacute;s. Temos de respirar por n&oacute;s pr&oacute;prios.</span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Vem isto a prop&oacute;sito da norma <em style="mso-bidi-font-style: normal">NP4427:2004 &ndash; Sistemas de gest&atilde;o de recursos humanos &ndash; requisitos</em>, em que, contra a opini&atilde;o de muitos, n&atilde;o traria qualquer relev&acirc;ncia &agrave; actividade econ&oacute;mica. O facto &eacute; que v&aacute;rias entidades e empresas de m&eacute;dia e grande dimens&atilde;o, mesmo internacionais, &nbsp;t&ecirc;m olhado para o referido referencial como uma ferramenta de grande oportunidade e valor.</span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Tal como alguns casos de sucesso de empresas portuguesas que inovam e assumem um papel de lideran&ccedil;a nacional e internacional de que vamos tomando conhecimento ami&uacute;de, tamb&eacute;m esta norma &eacute; um produto nacional, primeira no mundo, que nasceu na humilde casa da nossa empresa, como resposta a uma necessidade pr&oacute;pria, mas que reflecte, por certo, uma realidade igual em muitas pequenas e m&eacute;dias empresas.</span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Se queremos lutar temos de gerir bem as nossas empresas, e sendo os recursos humanos, na opini&atilde;o de muitos e num chav&atilde;o mais do que gasto, o recurso mais precioso de qualquer organiza&ccedil;&atilde;o, ent&atilde;o ainda mais obriga&ccedil;&atilde;o temos de os gerir bem.</span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Se queremos transformar qualquer estrat&eacute;gia em resultados temos de criar a base de sustenta&ccedil;&atilde;o que nos permitir&aacute; atingir tais fins. A gest&atilde;o do sistema de gest&atilde;o recursos humanos, na nossa opini&atilde;o mais importante do que qualquer outro, como os da qualidade, ambiente, seguran&ccedil;a, etc., ser&aacute; a primeira e essencial funda&ccedil;&atilde;o para o edif&iacute;cio que &eacute; a operacionalidade de qualquer estrat&eacute;gia de neg&oacute;cios. </span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Em v&aacute;rios estudos que temos feito com empres&aacute;rios e gestores de topo, &agrave; pergunta &ldquo;qual o seu maior problema organizacional&rdquo; temos obtido invariavelmente a resposta &ldquo;os nossos recursos humanos&rdquo;. Ora, esta n&atilde;o deveria ser nunca a resposta. Os recursos humanos de qualquer organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o podem ser o problema mas sim a solu&ccedil;&atilde;o. As pessoas est&atilde;o nas organiza&ccedil;&otilde;es para resolver os problemas e n&atilde;o para os criar. Se o fazem ser&aacute; muitas vezes por causas estranhas &agrave;s pr&oacute;prias pessoas. Quando as pessoas s&atilde;o a causa dos problemas, &eacute; prov&aacute;vel que o sistema de gest&atilde;o dos recursos humanos n&atilde;o tenha funcionado de forma eficaz, carecendo o mesmo de melhoria. Quando as causas prov&ecirc;m de outra origem que n&atilde;o as pessoas, ent&atilde;o elas est&atilde;o l&aacute; para resolver os problemas e n&atilde;o para os agravar. &Eacute; aqui que entra a boa gest&atilde;o dos recursos humanos. </span><br /><span></span><br /><span></span>  <span style="font-size:12.0pt;font-family:Garamond; mso-ansi-language:PT">Em pequenas e m&eacute;dias organiza&ccedil;&otilde;es a norma pode desempenhar um papel importante e fundamental para a boa gest&atilde;o dos RH. Orienta, exige cumprimento, foca os principais aspectos da gest&atilde;o dos recursos humanos. Finalmente, contribui para atrair os melhores recursos humanos, para desenvolver todos os que tenham capacidades para atingir elevados n&iacute;veis de desempenho e para os manter a longo prazo dentro da organiza&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o &eacute; assim que todos n&oacute;s desejar&iacute;amos ter a gest&atilde;o dos nossos recursos humanos?</span><br /><span></span><br /><span></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[HUMANIZAR AS EMPRESAS]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/humanizar-as-empresas]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/humanizar-as-empresas#comments]]></comments><pubDate>Wed, 13 Jun 2012 15:49:07 GMT</pubDate><category><![CDATA[rso]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/humanizar-as-empresas</guid><description><![CDATA[&ldquo;Houve falta de comunica&ccedil;&atilde;o&hellip;&rdquo;  Esta &eacute; uma das frases que todos n&oacute;s ouvimos com mais frequ&ecirc;ncia quando nos deparamos com qualquer problema que envolva pessoas nas organiza&ccedil;&otilde;es em que estamos inseridos (fam&iacute;lia, empresa, grupo de amigos, etc.).    A falta ou m&aacute; comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; efectivamente uma das maiores causas dos problemas que as nossas organiza&ccedil;&otilde;es enfrentam nos dias de hoje.    C [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:justify;'>&ldquo;Houve falta de comunica&ccedil;&atilde;o&hellip;&rdquo;<br /><br />  Esta &eacute; uma das frases que todos n&oacute;s ouvimos com mais frequ&ecirc;ncia quando nos deparamos com qualquer problema que envolva pessoas nas organiza&ccedil;&otilde;es em que estamos inseridos (fam&iacute;lia, empresa, grupo de amigos, etc.).<br /><br />    A falta ou m&aacute; comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; efectivamente uma das maiores causas dos problemas que as nossas organiza&ccedil;&otilde;es enfrentam nos dias de hoje.<br /><br />    Com o desenvolvimento de novas tecnologias, utilizamos mais e variadas linguagens, todas elas cada vez mais elaboradas e complexas, maior n&uacute;mero de meios de comunica&ccedil;&atilde;o, todos eles mais r&aacute;pidos e sofisticados, e comunicamos com um muito mais elevado n&uacute;mero de pessoas, todas elas mais exigentes nos conte&uacute;dos e na rapidez da comunica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />    Deixamos para tr&aacute;s, por for&ccedil;a das circunst&acirc;ncias, a forma como comunicamos, esquecendo-nos que &eacute; esta que mais influencia no sentido dado ou interpretado pela comunica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />    Andamos todos a correr, fazemos reuni&otilde;es curtas com agendas longas, breves s&iacute;nteses das decis&otilde;es tomadas, r&aacute;pidos e curtos &ldquo;briefings&rdquo; aos interessados, reduzimos todas as nossas actividades a uma representa&ccedil;&atilde;o num&eacute;rica, pedimos relat&oacute;rios sint&eacute;ticos e anal&iacute;ticos de actividades que n&atilde;o t&ecirc;m representa&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel, em suma, somos umas m&aacute;quinas a produzir e a digerir informa&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o informa quase nada.<br /><br />    Retiramos &agrave; nossa actividade de comunicar o que de mais importante a mesma pode ter: o toque humano. &Eacute; aqui que reside efectivamente um dos maiores problemas da nossa sociedade. Comunicamos sem contacto humano. <br /><br />    Olhemos para um dia normal de trabalho de muitos de n&oacute;s. De manh&atilde; acordamos e ligamos a televis&atilde;o para um dos canais de not&iacute;cias. Ficamos a saber que houve uma s&eacute;rie de desgra&ccedil;as pelo mundo, que morreram um certo n&uacute;mero de pessoas ou em guerras ou em acidentes humanos ou naturais, que as cota&ccedil;&otilde;es da bolsa est&atilde;o em alta ou baixa, que o tr&acirc;nsito est&aacute; mais ou menos ca&oacute;tico devido ou n&atilde;o a um conjunto de acidentes rodovi&aacute;rios, e partimos com toda esta informa&ccedil;&atilde;o para o nosso emprego. Quando chegamos ao nosso posto de trabalho, lemos um conjunto de e-mails externos e internos, cartas e faxes de fornecedores e clientes, relat&oacute;rios de actividades representadas por n&uacute;meros, com mais ou menos an&aacute;lises comparativas a situa&ccedil;&otilde;es id&ecirc;nticas, produzidos por pessoas internas ou externas &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o, e, com a maior naturalidade, respondemos a anotamos todas essas informa&ccedil;&otilde;es e mandamo-las arquivar. Cruzamo-nos com os colegas no corredor ou no bar, dizemos ol&aacute;, comentamos o tempo ou o futebol, e pouco num &aacute;pice estamos a sair para casa. De volta a casa, voltamos a ouvir as not&iacute;cias do dia, onde actualizamos toda a informa&ccedil;&atilde;o da manh&atilde;. N&atilde;o sabemos o nome das pessoas a quem as desgra&ccedil;as do dia aconteceram, nem isso nos interessa, porque apesar de serem pessoas, n&oacute;s n&atilde;o as conhecemos pessoalmente e, como tal, n&atilde;o passam de meros n&uacute;meros que ficar&atilde;o para a estat&iacute;stica.<br /><br />    Em todo este dia de trabalho, despendemos menos de dez por cento do nosso tempo a falar presencialmente com algu&eacute;m. E essa conversa&ccedil;&atilde;o ainda foi impessoal e fria. N&atilde;o ficamos com nenhuma ideia sobre a disposi&ccedil;&atilde;o e humores dos nossos colegas de trabalho, nem isso nos interessa porque trabalho &eacute; trabalho e as rela&ccedil;&otilde;es de intimidade s&atilde;o para fora deste. At&eacute; porque, pensam muitos, quanto menor for a nossa aproxima&ccedil;&atilde;o aos colegas menor ser&atilde;o os problemas que teremos potencialmente com eles. E para al&eacute;m disso, se fossemos a ser amigos de todos os colegas que tivemos ao longo da nossa vida profissional, estes n&atilde;o caberiam em nossa casa numa reuni&atilde;o social.<br /><br />    Assim, eliminamos os nossos colegas do grupo dos amigos. E o que sobra? A fam&iacute;lia, muitas vezes distante, e pouco mais ou mesmo nada. N&atilde;o &eacute; por acaso que cada vez mais se v&ecirc;m casais, com ou sem filhos, a passearem de carro durante o fim-de-semana, numa viagem que se identifica facilmente que &eacute; sem rumo e objectivo determinado. Vivemos s&oacute;s.<br /><br />    Este modo de vida, imposto pela sociedade ou escolhido conscientemente ou n&atilde;o por n&oacute;s, torna-nos em verdadeiras m&aacute;quinas sem sentimentos ou com eles bastante reprimidos. E quando nos &eacute; solicitado que comuniquemos com os nossos semelhantes, fazemo-lo de uma forma fria e programada.<br /><br />    &Eacute; assim que vivemos com os nossos semelhantes, a quem chamamos colegas de trabalho, durante um ter&ccedil;o da nossa vida. Naturalmente que num ambiente destes, o prazer que poder&iacute;amos tirar da nossa actividade profissional &eacute; muito baixo ou nulo, e o descontentamento profissional enorme e causador de mudan&ccedil;as constantes de emprego.<br /><br />    &Eacute; nesta &aacute;rea que as empresas mais t&ecirc;m de investir. Na forma&ccedil;&atilde;o em comunica&ccedil;&atilde;o dos seus quadros superiores e interm&eacute;dios bem como, em menos quantidade mas ainda n&atilde;o menos necess&aacute;rio, no restante pessoal da empresa. Saber comunicar &eacute; um requisito das organiza&ccedil;&otilde;es deste s&eacute;culo.<br /><br />    Ensinar as pessoas a saber dar o verdadeiro sentido &agrave; sua comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial para eliminar, ou pelo menos, reduzir o n&uacute;mero de problemas causados pela m&aacute; comunica&ccedil;&atilde;o e pela pura falta desta nas empresas. <br /><br />    &Eacute; aqui que entram as mais modernas teorias de comunica&ccedil;&atilde;o como a PNL &ndash; programa&ccedil;&atilde;o neuro-lingu&iacute;stica, e a Intelig&ecirc;ncia Emocional.<br /><br />    A PNL assenta no estudo das formas como n&oacute;s percepcionamos e compreendemos o mundo e o que nos comunicam. Ensina-nos a compreender claramente o que nos querem dizer, a retirar falhas e ru&iacute;dos na comunica&ccedil;&atilde;o, a perceber os nossos interlocutores. A compreens&atilde;o do verdadeiro significado de uma mensagem n&atilde;o passa apenas pelo entendimento das palavras que verbalizam a mesma. Existe um conjunto de outros elementos que integram a mensagem mas que geralmente n&atilde;o s&atilde;o interpretados como parte da mesma, como a linguagem corporal, o tom de voz, etc. Saber interpretar toda a informa&ccedil;&atilde;o, expressa ou n&atilde;o, &eacute; o objectivo da aplica&ccedil;&atilde;o da PNL.<br /><br />    A comunica&ccedil;&atilde;o pode ser por si s&oacute; uma forma de expressar sentimentos. E saber interpretar os sentimentos de quem nos rodeia e, acima de tudo, de n&oacute;s pr&oacute;prios, de forma a podermos domin&aacute;-los na medida das necessidades, &eacute; algo que se aprende com o estudo e aplica&ccedil;&atilde;o da Intelig&ecirc;ncia Emocional. A nossa vida &eacute; gerida por emo&ccedil;&otilde;es e sentimentos. Muitos deles retra&iacute;dos, acabam, &agrave;s vezes, por causar danos irrepar&aacute;veis nas nossas vidas pessoais e nas de outros. As emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o o motor de todas as nossas decis&otilde;es. Sem emo&ccedil;&atilde;o n&atilde;o h&aacute; decis&atilde;o. Precisamos de saber dominar as nossas emo&ccedil;&otilde;es, de acordo com as necessidades e exig&ecirc;ncias de cada momento, de maneira a n&atilde;o tomarmos a decis&atilde;o errada, impulsiva ou ponderada, que pode trazer consequ&ecirc;ncias para a nossa vida de forma permanente.<br /><br />    O olhar mais para as pessoas como pessoas, na sociedade ou dentro de uma organiza&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma necessidade cada vez maior nos nossos dias. N&atilde;o podemos continuar a pensar em pessoas como meros n&uacute;meros, que se comportam de acordo com estere&oacute;tipos pr&eacute;-definidos e acordados, e desprovidas de emo&ccedil;&otilde;es e sentimentos pr&oacute;prios. As organiza&ccedil;&otilde;es precisam de se humanizar.<br /><br />    E a humaniza&ccedil;&atilde;o passa pelo conhecimento de n&oacute;s pr&oacute;prios e pelo conhecimento dos outros, enquanto nossos semelhantes, com similaridades e diferen&ccedil;as que fazem de n&oacute;s, ra&ccedil;a humana, a mais criativa e brilhante.<br /><br />  </div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Socorro, ninguém paga a ninguém.]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/socorro-ningum-paga-a-ningum]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/socorro-ningum-paga-a-ningum#comments]]></comments><pubDate>Sun, 20 May 2012 21:38:49 GMT</pubDate><category><![CDATA[economia]]></category><category><![CDATA[Finan&ccedil;As]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/socorro-ningum-paga-a-ningum</guid><description><![CDATA[               "Socorro, ningu&eacute;m paga a ningu&eacute;m".    Esta poder&aacute; ser actualmente a frase mais ouvida dentro das empresas.  Mas a mesma n&atilde;o surge por mero acaso. A falta de liquidez que atormenta a nossa economia pode ter v&aacute;rias causas, mais ou menos facilmente identific&aacute;veis. O estado atrasa-se nos seus pagamentos, dilatando os prazos de recebimento dos seus fornecedores, que por sua vez os passam a montante na sua fileira industrial. As grandes cadeias  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:left;'>               <strong style="">"Socorro, ningu&eacute;m paga a ningu&eacute;m".</strong><br />    Esta poder&aacute; ser actualmente a frase mais ouvida dentro das empresas.<br /><br />  Mas a mesma n&atilde;o surge por mero acaso. A falta de liquidez que atormenta a nossa economia pode ter v&aacute;rias causas, mais ou menos facilmente identific&aacute;veis. O estado atrasa-se nos seus pagamentos, dilatando os prazos de recebimento dos seus fornecedores, que por sua vez os passam a montante na sua fileira industrial. As grandes cadeias de distribui&ccedil;&atilde;o negoceiam, tamb&eacute;m por sua vez, prazos de pagamento que nem sempre cumprem escrupulosamente. Com as v&aacute;rias ondas de &ldquo;down sizing&rdquo;, as empresas passaram a utilizar servi&ccedil;os externos para desempenharem actividades que anteriormente eram desempenhadas por pessoal interno e, ao menor sintoma de dificuldade de tesouraria, &nbsp;os pagamentos a esses novos fornecedores de servi&ccedil;os. Por outro lado, a honestidade no neg&oacute;cio j&aacute; n&atilde;o &eacute; o que era, e o mercado est&aacute; cada vez mais cheio de &ldquo;artistas&rdquo; que usam e abusam do sistema para encherem os bolsos &agrave; custa de outros.<br /><br />    Est&aacute;-se efectivamente a passar um fen&oacute;meno deveras interessante, para o qual devemos todos ter muita aten&ccedil;&atilde;o. As dificuldades de tesouraria podem fechar umas empresas de um dia para o outro. J&aacute; n&atilde;o &eacute; a rentabilidade econ&oacute;mica que determina o sucesso ou insucesso de uma empresa. &Eacute; antes a sua capacidade de seleccionar clientes pagadores, de se proteger contra cr&eacute;ditos mal parados atrav&eacute;s de seguros ou garantias vivas, e ainda a de cobrar aos seus clientes, que podem determinar o sucesso de uma empresa, naturalmente tudo isto suportado por um neg&oacute;cio economicamente vi&aacute;vel.<br /><br />    &Eacute; uma verdadeira afli&ccedil;&atilde;o a que algumas empresas passam para ter suficiente dinheiro no final do m&ecirc;s para cumprirem com as suas obriga&ccedil;&otilde;es para com o seu pessoal, estado e fornecedores.<br /><br />    Para desalento de algumas destas empresas, existe um sentimento de frustra&ccedil;&atilde;o quando se v&ecirc;em obrigadas a cumprir com as suas obriga&ccedil;&otilde;es fiscais para com um estado que sendo ele seu cliente, n&atilde;o cumpre com a sua obriga&ccedil;&atilde;o mais b&aacute;sica que &eacute; pagar a quem o fornece, de forma a dar o exemplo certo ao mercado e a poder exigir moraliza&ccedil;&atilde;o do mesmo no que concerne a esse malfadado flagelo que &eacute; o &ldquo;calote&rdquo;.<br /><br />    Todos n&oacute;s, ligados a empresas, sabemos que n&atilde;o podemos nunca gastar mais do que aquilo que ganhamos. Se o fizermos, corremos o risco de perder tudo o que temos a n&iacute;vel pessoal. Ent&atilde;o porque podem aqueles que governam os dinheiros p&uacute;blicos cometerem as maiores atrocidades que se podem imaginar na gest&atilde;o daquilo que pertence a todos n&oacute;s? Porque n&atilde;o s&atilde;o eles responsabilizados pelos erros que cometem e obrigados a pagar os preju&iacute;zos causados? &Eacute; muito f&aacute;cil dizer que o voto penaliza quem cometer esses erros. Quem realmente paga os preju&iacute;zos somos n&oacute;s, e a penaliza&ccedil;&atilde;o para quem os causou n&atilde;o passa de uma simples mudan&ccedil;a de &ldquo;cadeira pol&iacute;tica&rdquo; ou a coloca&ccedil;&atilde;o em algum outro cargo onde os prevaricadores podem continuar a espanejar a sua incompet&ecirc;ncia, sempre &agrave;s nossas custas.<br /><br />    Tem de haver a coragem de mudar o sistema implantado, sob pena de assistirmos ao esvaziamento dos nossos bolsos e ao p&ocirc;r em perigo o futuro de gera&ccedil;&otilde;es futuras.<br /><br />  </div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[QREN "em águas de bacalhau"]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/qren-em-guas-de-bacalhau]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/qren-em-guas-de-bacalhau#comments]]></comments><pubDate>Wed, 16 May 2012 13:58:59 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/qren-em-guas-de-bacalhau</guid><description><![CDATA[Suspens&atilde;o da Aprova&ccedil;&atilde;o de Opera&ccedil;&otilde;esBasta seguir o link imediatamente acima para perceber como estamos - mal!O Governo acaba de anunciar a paralisa&ccedil;&atilde;o do pouco que ainda ia fazendo mover a economia, do lado do incentivo do Estado. Agora acabou-se.Sem QREN (e sem POPH), que &eacute; como quem diz, sem incentivos &agrave; economia, bem podemos arrumar a botas.Do lado fiscal, n&atilde;o s&oacute; n&atilde;o existe qualquer incentivo, como as condi&cce [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:left;'><a href="http://www.qren.pt/download.php?id=2317" style="">Suspens&atilde;o da Aprova&ccedil;&atilde;o de Opera&ccedil;&otilde;es</a><br />Basta seguir o link imediatamente acima para perceber como estamos - mal!<br />O Governo acaba de anunciar a paralisa&ccedil;&atilde;o do pouco que ainda ia fazendo mover a economia, do lado do incentivo do Estado. Agora acabou-se.<br />Sem QREN (e sem POPH), que &eacute; como quem diz, sem incentivos &agrave; economia, bem podemos arrumar a botas.<br />Do lado fiscal, n&atilde;o s&oacute; n&atilde;o existe qualquer incentivo, como as condi&ccedil;&otilde;es existentes s&atilde;o fortes constrangimentos ao empreendedorismo e ao investimento em inova&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o de valor.<br />Com esta decis&atilde;o, por mais raz&otilde;es que possam estar por detr&aacute;s da mesma, o que podemos antecipar &eacute; o encerramento de muitas empresas de forma&ccedil;&atilde;o e de consultoria e a paragem quase por absoluto do j&aacute; insipiente e inseguro investimento no mundo empresarial.<br />Como qual hospedeiro infestado de um qualquer "v&iacute;rus" mortal, s&oacute; nos resta, pacientemente, esperar.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[MARCAÇÃO CE NA CONSTRUÇÃO]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/marcao-ce-na-construo]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/marcao-ce-na-construo#comments]]></comments><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 11:35:20 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/marcao-ce-na-construo</guid><description><![CDATA[             Por se tratar de uma actividade de elevado destaque na economia, a Uni&atilde;o Europeia cedo dedicou a sua aten&ccedil;&atilde;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o, de forma a eliminar quaisquer barreiras existentes &agrave; livre circula&ccedil;&atilde;o de empresas e produtos do sector no mercado interno europeu.   Foi com esse objectivo que os Estados Membros harmonizaram a Legisla&ccedil;&atilde;o Europeia para o sector da constru&ccedil;&atilde;o, nomeadamente no &acirc;mbito d [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style='text-align:left;'>             Por se tratar de uma actividade de elevado destaque na economia, a Uni&atilde;o Europeia cedo dedicou a sua aten&ccedil;&atilde;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o, de forma a eliminar quaisquer barreiras existentes &agrave; livre circula&ccedil;&atilde;o de empresas e produtos do sector no mercado interno europeu. <br style=""><span style=""></span><br style=""><span style=""></span>  Foi com esse objectivo que os Estados Membros harmonizaram a Legisla&ccedil;&atilde;o Europeia para o sector da constru&ccedil;&atilde;o, nomeadamente no &acirc;mbito dos requisitos essenciais de sa&uacute;de, seguran&ccedil;a, adequabilidade e durabilidade aplic&aacute;veis aos produtos incorporados em obra, tendo surgido a Directiva 89/106/CEE, mais tarde revogada pelo <u style="">Regulamento (UE) N&ordm; 305/2011, JOUE L 88, de 2011-04-04</u>. <br style=""><span style=""></span><br style=""><span style=""></span>  O Regulamento estabelece o enquadramento para a Marca&ccedil;&atilde;o CE para esses mesmos produtos, definindo as exig&ecirc;ncias essenciais que os produtos da constru&ccedil;&atilde;o dever&atilde;o cumprir. Dependendo da relev&acirc;ncia do produto face &agrave;s exig&ecirc;ncias essenciais, o fabricante ter&aacute; que comprovar a sua conformidade relativamente &agrave;s normas harmonizadas de acordo com um dos sistemas previstos no Regulamento. Desta forma, os produtos de constru&ccedil;&atilde;o abrangidos pelas Normas Europeias, dever&atilde;o evidenciar a Marca&ccedil;&atilde;o CE para a sua posterior comercializa&ccedil;&atilde;o. <br style=""><span style=""></span><br style=""><span style=""></span>  <strong "mso-bidi-font-weight:="" normal"="" style="">Constru&ccedil;&atilde;o com regulamenta&ccedil;&atilde;o mais apertada</strong><br style=""><span style=""></span>    O sector da Constru&ccedil;&atilde;o tem vindo a ser confrontado com quatro exig&ecirc;ncias ao n&iacute;vel do exerc&iacute;cio das suas fun&ccedil;&otilde;es: <br style=""><span style=""></span>    Cada vez mais os concursos p&uacute;blicos privilegiam as Empresas Certificadas ou exigem a <u style="">Certifica&ccedil;&atilde;o das Empresas pelas Normas ISO 9000</u>. Tamb&eacute;m os planos de qualidade s&atilde;o constantemente exigidos nos cadernos de encargos;<br style=""><span style=""></span>    As Empresas que exer&ccedil;am<u style="">actividades de risco elevado</u> devem organizar servi&ccedil;os internos de Higiene e Seguran&ccedil;a no Trabalho (D.L. 109/2000 de 30 de Junho);<br style=""><span style=""></span>    As Empresas que possuam<u style="">centros de produ&ccedil;&atilde;o de agregados</u>(areias, britas, <em "mso-bidi-font-style:="" normal"="" style="">tout-venants</em>, etc.) para Bet&atilde;o, Misturas Betuminosas, Argamassa, Trabalhos de Engenharia Civil e Constru&ccedil;&atilde;o de Estradas, Enrocamentos e Balastros de Vias F&eacute;rreas s&atilde;o obrigadas a fazer Marca&ccedil;&atilde;o CE nos seus produtos; e<br style=""><span style=""></span>    As Empresas dever&atilde;o efectuar <u style="">verifica&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas dos equipamentos de trabalho</u> designadamente equipamentos m&oacute;veis e para eleva&ccedil;&atilde;o de cargas (mini-escavadoras, bulldozer, p&aacute; carregadora, retro-escavadora, empilhador, cami&atilde;o, bulldozer de lagartas, etc.) no in&iacute;cio da sua utiliza&ccedil;&atilde;o, a intervalos regulares e quando ocorrerem factos excepcionais que possam afectar gravosamente a sua seguran&ccedil;a (Dec.-Lei n&ordm; 441/91 de 14/Nov. e n&ordm; 82/99 de 16/Mar.).<br style=""><span style=""></span>         </div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Os clientes são fieis ou são leais?]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/os-clientes-so-fieis-ou-so-leais]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/os-clientes-so-fieis-ou-so-leais#comments]]></comments><pubDate>Tue, 27 Mar 2012 16:41:12 GMT</pubDate><category><![CDATA[marketing]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/os-clientes-so-fieis-ou-so-leais</guid><description><![CDATA[O tema &ldquo;fideliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; de clientes &eacute;, pelo seu significado intr&iacute;nseco, potencialmente discut&iacute;vel, sendo objecto de muitos trabalhos acad&eacute;micos. Fideliza&ccedil;&atilde;o implica &ldquo;jurar fidelidade&rdquo;, ou seja, exactid&atilde;o no cumprimento de uma obriga&ccedil;&atilde;o. Sabemos que os clientes estar&atilde;o apenas obrigados ao cumprimento de obriga&ccedil;&otilde;es que estejam contratualizadas (legais), o que acontece depois do pr [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">O tema &ldquo;fideliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; de clientes &eacute;, pelo seu significado intr&iacute;nseco, potencialmente discut&iacute;vel, sendo objecto de muitos trabalhos acad&eacute;micos. Fideliza&ccedil;&atilde;o implica &ldquo;jurar fidelidade&rdquo;, ou seja, exactid&atilde;o no cumprimento de uma obriga&ccedil;&atilde;o. Sabemos que os clientes estar&atilde;o apenas obrigados ao cumprimento de obriga&ccedil;&otilde;es que estejam contratualizadas (legais), o que acontece depois do processo de venda ser fechado, e sendo essas obriga&ccedil;&otilde;es somente referentes ao per&iacute;odo ou conte&uacute;do do acordado ou contratualizado. A vontade de voltar a comprar ao mesmo fornecedor n&atilde;o pode, pela pr&oacute;pria defini&ccedil;&atilde;o do acto de compra volunt&aacute;ria, que &eacute; o que acontece quase sempre num mercado livre, ser for&ccedil;ada ou ligada ao cumprimento de uma obriga&ccedil;&atilde;o. Esta premissa elimina automaticamente a utiliza&ccedil;&atilde;o do termo &ldquo;fideliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /><br />Contudo, e dentro do &acirc;mbito da fun&ccedil;&atilde;o e profissionais de marketing, o termo fideliza&ccedil;&atilde;o tem vindo ao longo dos anos a ser utilizado com o objectivo de caracterizar determinadas ac&ccedil;&otilde;es das empresas com o intuito de manter os seus clientes, como por exemplo a emiss&atilde;o de &ldquo;cart&otilde;es de fideliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, a oferta de &ldquo;campanhas de pontos&rdquo; ou de &ldquo;<em style="">rapel</em>&rdquo;, e outras similares com o objectivo de reter o cliente e evitar que este prefira outros produtos ou concorrentes.&nbsp;<br /><br />O facto de um qualquer cliente continuar a comprar um mesmo produto ou a um mesmo fornecedor &eacute; apelidado de &ldquo;lealdade&rdquo; e n&atilde;o de &ldquo;fidelidade&rdquo; (Escobar, I.G.). A lealdade indica que a escolha do produto ou fornecedor foi uma op&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida no momento de elei&ccedil;&atilde;o do cliente para comprar uma solu&ccedil;&atilde;o (Marins, A.).<br /><br />Efectivamente, a &ldquo;lealdade&rdquo; &eacute; a continua&ccedil;&atilde;o de prefer&ecirc;ncia por um dado produto ou fornecedor, enquanto n&atilde;o surgir uma nova e melhor oportunidade de compra que se possa traduzir numa maior oferta de valor, sendo que todos os benef&iacute;cios obtidos e todos os recursos utilizados s&atilde;o equacionados na determina&ccedil;&atilde;o desse valor.<br /><br />Desta forma, parece-nos mais apropriado a utiliza&ccedil;&atilde;o do termo &ldquo;lealdade dos clientes&rdquo; em vez de &ldquo;fideliza&ccedil;&atilde;o de clientes&rdquo;.<br /><br />A &ldquo;lealdade&rdquo; pode ser avaliada por m&eacute;todos espec&iacute;ficos que determinam o &ldquo;grau de disponibilidade&rdquo; de um consumidor para aconselhar um produto ou fornecedor ao &ldquo;seu melhor amigo&rdquo; (i.e. Leary, B.). &Eacute; a esse grau de disponibilidade e de compromisso que se intitula &ldquo;lealdade&rdquo;, na medida em que o mesmo possibilita prever com alguma probabilidade que o consumidor ir&aacute; considerar a repeti&ccedil;&atilde;o de compra do mesmo produto ou ao mesmo fornecedor.<br /><br />A avalia&ccedil;&atilde;o do grau de lealdade dos clientes n&atilde;o pode, desta forma, ser confundida nem misturada com a avalia&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Sendo a satisfa&ccedil;&atilde;o o resultado da equa&ccedil;&atilde;o &ldquo;desempenho percebido/expectativas&rdquo; (Baker, R.), assumindo assim o mesmo formato do &ldquo;valor&rdquo; (NP EN 12973), dificilmente a medi&ccedil;&atilde;o do grau de satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente pode ser mesclada com a medi&ccedil;&atilde;o do grau de lealdade (e n&atilde;o fideliza&ccedil;&atilde;o) do mesmo cliente.<br /><br />V&aacute;rios estudos ainda demonstram que a satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente n&atilde;o &eacute; for&ccedil;osamente garantia da &ldquo;fideliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; dos clientes (www.capgemini.com),&nbsp;&nbsp;o que vem confirmar a inadequa&ccedil;&atilde;o de misturar os conceitos de &ldquo;satisfa&ccedil;&atilde;o dos clientes&rdquo; com o de &ldquo;lealdade dos clientes&rdquo;.<br /><br />Misturar ambos os conceitos na mente de uma empresa pode-se tornar perigoso na medida em que a mesma, ao confundir o significado de diferentes indicadores, ou at&eacute; mesmo vari&aacute;veis, poder&aacute; potencialmente perder a capacidade de os compreender e interpretar devidamente, com os consequentes efeitos que isso poder&aacute; trazer para a gest&atilde;o da mesma empresa.<br /><br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Responsabilidade Social das Organizações]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/responsabilidade-social-das-organizaes]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/responsabilidade-social-das-organizaes#comments]]></comments><pubDate>Tue, 27 Mar 2012 16:40:02 GMT</pubDate><category><![CDATA[rso]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/responsabilidade-social-das-organizaes</guid><description><![CDATA[Com a actual situa&ccedil;&atilde;o de crise mundial, primeiramente de ordem financeira e progressivamente de cariz econ&oacute;mico, as empresas com fim lucrativo e outras organiza&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m o lucro como objectivo principal, est&atilde;o a alterar o seu paradigma de abordagem ao mercado e &agrave; sociedade.A rela&ccedil;&atilde;o de &ldquo;deve e haver&rdquo; entre todas as partes envolvidas &eacute; cada vez melhor compreendida pelas pessoas, enquanto cidad&at [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Com a actual situa&ccedil;&atilde;o de crise mundial, primeiramente de ordem financeira e progressivamente de cariz econ&oacute;mico, as empresas com fim lucrativo e outras organiza&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m o lucro como objectivo principal, est&atilde;o a alterar o seu paradigma de abordagem ao mercado e &agrave; sociedade.<br /><br />A rela&ccedil;&atilde;o de &ldquo;deve e haver&rdquo; entre todas as partes envolvidas &eacute; cada vez melhor compreendida pelas pessoas, enquanto cidad&atilde;os e/ou consumidores. Com base nesta mudan&ccedil;a de paradigma, muitas organiza&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m vindo a alterar a sua atitude para com os diferentes &ldquo;stakeholder&rdquo;, nomeadamente a sociedade em geral.<br /><br />A responsabilidade social, para indiv&iacute;duos e organiza&ccedil;&otilde;es, passou a assumir um car&aacute;cter vital para o desenvolvimento de rela&ccedil;&otilde;es duradouras e sustent&aacute;veis entre as diferentes partes envolvidas nas mais variadas transac&ccedil;&otilde;es, tang&iacute;veis e intang&iacute;veis, que todos efectuamos no nosso dia-a-dia.<br /><br />Empresas respons&aacute;veis t&ecirc;m atitudes e comportamentos positivos e activos para com as pessoas enquanto nos seus &ldquo;locais de trabalho&rdquo;, para com os consumidores e outros parceiros enquanto actores no &ldquo;mercado&rdquo;, para com a preserva&ccedil;&atilde;o e melhoria de condi&ccedil;&otilde;es &ldquo;ambientais&rdquo; e para com a &ldquo;comunidade&rdquo;. Assim, as organiza&ccedil;&otilde;es devem desenvolver esfor&ccedil;os nos seguintes &acirc;mbitos:<br />- Local de trabalho: forma&ccedil;&atilde;o das pessoas, inclus&atilde;o de grupos desfavorecidos, cria&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es de higiene e seguran&ccedil;a, etc.<br />- Mercado: cumprimentos de legisla&ccedil;&atilde;o, normas e boas pr&aacute;ticas referentes &agrave; sua actividade e cria&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os que respondam &agrave;s necessidades sociais, ambientais e outras de import&acirc;ncia para os diferentes tipos de consumidores.<br />Comunidade: fomentar o voluntariado e suportar actividades e agentes locais das respectivas comunidades.<br />Ambiente: medir, controlar e melhorar os factores ambientais determinantes para a preserva&ccedil;&atilde;o e melhoria do ambiente, como res&iacute;duos l&iacute;quidos e s&oacute;lidos e emiss&otilde;es gasosas.<br /><br />Contudo, nem sempre os seus deveres ou esfor&ccedil;o necess&aacute;rio para que possam assumir um papel activo e positivo no &acirc;mbito da responsabilidade social s&atilde;o bem compreendidos pelas empresas e demais organiza&ccedil;&otilde;es. De tal forma, que se criou o entendimento errado que ser socialmente respons&aacute;vel acarreta custos para as organiza&ccedil;&otilde;es. Nem sempre, ou poderemos dizer, quase raramente essa &eacute; a verdade. Ser respons&aacute;vel &eacute; assumir comportamentos adequados que possam criar algum tipo de valor para diferentes &ldquo;stakeholders&rdquo;, o que n&atilde;o implica for&ccedil;osamente a exist&ecirc;ncia de um determinado custo.<br /><br />Poderemos dizer que existem seis formas gen&eacute;ricas de ser socialmente respons&aacute;vel, tanto para organiza&ccedil;&otilde;es como para indiv&iacute;duos. Estas s&atilde;o:<br />1. Fazer uma oferta: equipamentos usados, produtos defeituosos mas utiliz&aacute;veis, instala&ccedil;&otilde;es, etc.<br />2. Fazer um donativo: em dinheiro ou em cr&eacute;dito ou desconto.<br />3. Voluntariado: oferta de tempo para actividades n&atilde;o remuneradas.<br />4. Empregabilidade: oferta de emprego a grupos desfavorecidos.<br />5. Ambiente: implementa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de redu&ccedil;&atilde;o, de re-utiliza&ccedil;&atilde;o e de reciclagem.<br />6. Apoio t&eacute;cnico: presta&ccedil;&atilde;o de apoio t&eacute;cnico a entidades e indiv&iacute;duos carenciados.<br /><br />Os benef&iacute;cios s&atilde;o incomensur&aacute;veis, tanto para os indiv&iacute;duos como para as organiza&ccedil;&otilde;es que assumam atitudes e comportamentos socialmente respons&aacute;veis. O reconhecimento pelos respectivos pares e parceiros bem como pela sociedade em geral, apesar da sua intangibilidade, costuma devolver muito mais do que o esfor&ccedil;o despendido para com o fim da responsabilidade social.<br /><br />A sociedade, enquanto ambiente que junta cidad&atilde;os, e o mercado, enquanto espa&ccedil;o metaf&iacute;sico que agrega consumidores e outros agentes econ&oacute;micos, d&atilde;o, cada vez mais, especial import&acirc;ncia a pessoas e a organiza&ccedil;&otilde;es que sejam socialmente respons&aacute;veis, atrav&eacute;s da prefer&ecirc;ncia dos seus produtos e/ou servi&ccedil;os, no suporte das suas ac&ccedil;&otilde;es, no reconhecimento das suas marcas, na participa&ccedil;&atilde;o nos seus projectos e na recomenda&ccedil;&atilde;o das suas actividades.<br /><br />Fa&ccedil;amos do mundo e da sociedade melhores lugares para vivermos.<br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[PREFERÊNCIA BASEADA NO DESEMPENHO]]></title><link><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/-primeira-publicao]]></link><comments><![CDATA[https://www.gestaototal.com/blog/-primeira-publicao#comments]]></comments><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 19:35:26 GMT</pubDate><category><![CDATA[valor]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gestaototal.com/blog/-primeira-publicao</guid><description><![CDATA[PREFER&Ecirc;NCIA BASEADA NO DESEMPENHO(PERFORMANCE-BASED PREFERENCE).Durante a &uacute;ltima d&eacute;cada do s&eacute;culo XX, os EUA desenvolveram um conjunto de legisla&ccedil;&atilde;o e politicas no sentido de regular a aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e produtos numa abordagem de &ldquo;Prefer&ecirc;ncia Baseada no Desempenho&rdquo; (Performance-Based Preference). Esta abordagem tem sido estendida tanto ao governo federal como a outras ag&ecirc;ncias governamentais estatuais e l [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">PREFER&Ecirc;NCIA BASEADA NO DESEMPENHO<br />(PERFORMANCE-BASED PREFERENCE).<br /><br />Durante a &uacute;ltima d&eacute;cada do s&eacute;culo XX, os EUA desenvolveram um conjunto de legisla&ccedil;&atilde;o e politicas no sentido de regular a aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e produtos numa abordagem de &ldquo;Prefer&ecirc;ncia Baseada no Desempenho&rdquo; (Performance-Based Preference). Esta abordagem tem sido estendida tanto ao governo federal como a outras ag&ecirc;ncias governamentais estatuais e locais, cobrindo as &aacute;reas militares e civis.<br /><br /><em style="">It is the policy of the Federal Government that (1) agencies use performance-based contracting methods to the maximum extent practicable when acquiring services, and (2) agencies carefully select acquisition and contract administration strategies, methods, and techniques that best accommodate the requirements.<br /></em><br />O objectivo &eacute; que as diferentes ag&ecirc;ncias descrevam as suas necessidades em termos de &ldquo;o que&rdquo; tem de ser obtido e n&atilde;o na forma como tal tem de acontecer. &Eacute; uma abordagem muito mais focada nas fun&ccedil;&otilde;es desejadas e n&atilde;o num produto ou servi&ccedil;o pr&eacute; estabelecido.<br /><br />Estas pol&iacute;ticas t&ecirc;m sido incorporadas no&nbsp;<a href="http://www.arnet.gov/Library/OFPP/BestPractices/pbsc/library/FAR37-6.pdf" target="_blank" style="">Federal Acquisition Regulation Subpart 37.6</a>&nbsp;(Performance-Based Contracting), com orienta&ccedil;&otilde;es adicionais no OFPP document,&nbsp;<a href="http://www.arnet.gov/Library/OFPP/BestPractices/pbsc/library/OFPP_a-guide-to.html" target="_blank" style="">"A Guide to Best Practices for Performance-Based Service Contracting."</a><br /><br />As leis e as regulamenta&ccedil;&otilde;es nos EUA estabelecem a prefer&ecirc;ncia para a aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os baseada no desempenho. Conforme citado no Procurement Executives Council's Strategic Plan:<br /><em style="">...over the next five years, a majority of the service contracts offered throughout the federal government will be performance-based. In other words, rather than micromanaging the details of how contractors operate, the government must set the standards, set the results and give the contractor the freedom to achieve it in the best way. (</em>Presidential Candidate George W. Bush on June 9, 2000)<br /><br />As leis, as pol&iacute;ticas e as regulamenta&ccedil;&otilde;es tem mudado dramaticamente o processo de compras de produtos e servi&ccedil;os nas ag&ecirc;ncias governamentais dos EUA, baseados e focados na miss&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es e no planeamento operacional. Por isto, mais pessoas est&atilde;o envolvidas nas equipas de compras dos dias de hoje. Em adi&ccedil;&atilde;o ao pessoal t&eacute;cnico e de contrata&ccedil;&atilde;o, por exemplo, existe &ldquo;valor acrescentado&rdquo; pela inclus&atilde;o dos gabinetes financeiros e de planeamento. Estas pessoas trazem novas perspectivas, vis&otilde;es, energia e inova&ccedil;&atilde;o ao processo, mas talvez lhes falte alguma da experi&ecirc;ncia e conhecimento contratual que as compras permitem ter.<br /><br />Assim, foi criado um processo de 7 Etapas para congregar todas as pessoas nos objectivos do processo. S&atilde;o estas as etapas:<br />1. estabelecer uma equipa de trabalho integrada (multidisciplinar)<br />2. Descrever o problema que necessita de ser solucionado<br />3. Examinar as solu&ccedil;&otilde;es do sector privado e publico<br />4. Desenvolver uma defini&ccedil;&atilde;o de desempenho ou uma defini&ccedil;&atilde;o de objectivos<br />5. Decidir como medir e gerir o desempenho<br />6. Seleccionar o fornecedor certo<br />7. Gerir o desempenho.<br /><br />O objectivo do processo &eacute; fazer da compra baseada no desempenho acess&iacute;vel e l&oacute;gica para todos e mudar o paradigma do tradicional &ldquo;pensamento de compras&rdquo; para um de orienta&ccedil;&atilde;o para a colabora&ccedil;&atilde;o e o desempenho do trabalho de equipa, com focaliza&ccedil;&atilde;o no planeamento do desempenho, da melhoria e na inova&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o simplesmente no cumprimento dos contratos. A compra baseadas no desempenho oferece o potencial para transformar dramaticamente a natureza dos servi&ccedil;os de entregas e permite ao estado aproveitar a enorme criatividade e inova&ccedil;&atilde;o natural na actividade privada.<br /><br />A Gest&atilde;o pelo Valor (Value Management) &eacute; uma filosofia de gest&atilde;o baseada no valor e na funcionalidade das coisas (produtos e servi&ccedil;os), que tem como principal objectivo obter o valor correcto para todas as partes interessadas (clientes, colaboradores, accionistas, fornecedores e sociedade). A GV d&aacute; resposta a todas estas necessidades mencionadas atr&aacute;s atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o das variadas ferramentas que a constituem, especialmente, a An&aacute;lise do Valor (AV), o Caderno de Encargos Funcional (CEF) e a Gest&atilde;o do Valor Obtido (GVO).</div>  ]]></content:encoded></item></channel></rss>